Vocalista Ídolo Falece – Linkin Park

Chester Charles Benningto,

Chester Bennington
http://www.mensagenscomamor.com

cantor, compositor, ator e vocalista da banda americana Linkin Park foi encontrado
morto nesta quinta-feira(20) em sua casa na Califórnia(USA).A policia local investiga como suicídio a morte de Chester, o mesmo foi encontrado
pouco antes das 9h(local) enforcado.

(twitter..)Mike Shinoda companheiro de banda confirmou a morte e se diz chocado e de coração partido com a morte de Chester, Shinoda diz que faram uma declaração oficial sobre.

Chester nasceu em 1976 em Phoenix, deu inicio a sua carreira de musico em 1993 quando formou a banda Sean Dowdell and His Friends depois Grey Daze.
Fez parte da banda Linkin Park onde teve grande sucesso, ele também teve outros projetos.

Chester era casado e era pai de seis filhos.

“Eu queria fazer isso a minha vida inteira, e eu me sinto muito abençoado por estar aqui… Muito trabalho duro, dedicação e fé podem levá-lo a qualquer lugar e fazer acontecer. (Chester Bennington)”

Chester+Bennington+Linkin+Park+Performs+Joint+EOjmAG_u4xql
(Aug. 29, 2011 – Source: Ethan Miller/Getty Images North America)

Dia 1º de setembro todo mundo em Preto e Branco

Dia 1º de setembro todo mundo em Preto e Branco
Agência Corinthians
28/08/09 11h37
O Corinthians, aliado à torcida, lança sua primeira iniciativa pública relacionada ao Centenário: o Dia do Corinthians. A partir deste ano de 2009, em todos os dias 1º de setembro, os torcedores alvinegros celebrarão a fundação do clube, saindo de casa com algo que homenageie o Corinthians.

A ideia é que os torcedores vão trabalhar ou estudar vestindo a camisa do Timão. Que coloquem suas faixas nas janelas e nos portões de casa, e suas bandeiras nos carros, tremulando pelas ruas do mundo todo. Em qualquer lugar do planeta onde exista um corinthiano haverá uma camisa do Timão!

A iniciativa de criar o Dia do Corinthians foi de um torcedor, que a encaminhou à Comissão do Centenário. O grupo acatou o projeto e, desde então, vem apoiando-o, num trabalho conjunto com o Departamento de Marketing e com as torcidas. A expectativa é que, um ano antes da comemoração de cem anos do Timão, a Nação Corinthiana já possa começar a se manifestar, rumo à celebração do Centenário.

E que o Dia do Corinthians vire mais uma tradição na história alvinegra. Que 1º de setembro seja, para sempre, a data de homenagear nossa maior paixão, colorindo as ruas do planeta em preto e branco!

Faça sua parte, divulgue essa iniciativa!

Ajude a escrever a história do Corinthians!

É a FIEL unida para o Centenário do Timão!

DIA 1º DE SETEMBRO – DIA DO CORINTHIANS
TODO O MUNDO EM PRETO E BRANCO

Mais informações no site http://diadocorinthians.com.br/

SACOLAS PLASTICAS CONTRIBUINDO COM A DESTRUIÇÃO DO PLANETA

Para quem ainda não se convenceu que sacolas plasticas, isso mesmo aquelas de mercado,  aqui estão mais informações para deixar a preguiça de lado e dizer não as sacolinhas de plástico.

1 – Você não recicla as sacolinhas ao usá-las na lixeira! Esse é o grande mito que faz com que pessoas esclarecidas continuem usando essas sacolinhas de plástico. A principal razão é que apesar do reaproveitamento em casa, essas sacolinhas não podem ser feitas de plástico reciclável. Como elas são destinadas para embalar alimentos, é obrigatório que elas sejam fabricadas com um plástico novo. E pior, a reciclagem não dá conta desse aumento de plástico no planeta. Ela só consegue eliminar 20% do plástico que é produzido todos os anos. O restante vai para bueiros, rios e mares, onde pode causar enchente e matar peixes, tartarugas, bouvinos e outros animais engasgados. Uma sacolinha plástica demora 400 anos para se decompor.
2 – Outra coisa aterrorizante é que muitas dessas sacolinhas vão parar no mar de plástico que flutua no oceano. Ele representa uma camada de 100 quilômetros de extensão que vai da costa da Califórnia até o meio do caminho para o Japão. Isso tudo com uma profundidade de 10 metros.
3 – Elas são as principais vilãs dos alagamentos urbanos, pois entopem os bueiros. Para quem mora em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, frequentemente assoladas por esse tipo de catástrofe, este já seria um bom argumento para não carregar as compras em sacolas plásticas.
4 – As sacolinhas de plástico oxibiodegradável, que vem sendo adotadas por muitas redes de supermercados, não são biodegradáveis. Elas se decompõem em pedaços em 18 meses, mas AINDA não há prova que elas desapareçam da natureza. E pior, na forma de micro-bolinhas esse plástico pode entrar na cadeia alimentar de peixes e…causar um grande problema ambiental.
5 – Quanto menos pessoas usarem sacolinhas de plástico, mais as redes de supermercado vão SE TOCAR que nem todo mundo quer viver consumindo 93 sacolinhas por ano. Quem sabe assim não surjam outras opções menos poluentes.

O primeiro dias sem sacolas de plástico – 15 de julho de 2009


1 – Joguei no lixo da reciclagem todas as sacolinhas de plástico que estavam guardadas no porta-saco, aquela peça de decoração de cozinhas de gosto duvidoso, que compramos, ou ganhamos e onde depositamos todas as centenas de sacolinhas de plástico que pegamos no supermercado.  Na hora, bateu uma crise de abstinência e pensei: “como vou fazer quando passear com o cachorro?”
Solução – Vou levar uma folha de jornal! É mais limpo e rápido para recolher a sujeira que o cachorro possivelmente fizer na rua. Outra vantagem é que não dá aquela sensação horrível de contato “próximo” .
Depois pensei: “E lixeira do banheiro?” Este sempre foi o segundo fator que causava minha dependência das famigeradas sacolinhas.
Solução – Comprei um rolo com 40 sacolinhas de lixo (de plástico verdadeiramente reciclado!) de 15 litros. O custo foi de R$ 4  e elas devem durar pouco mais de um mês. No lixo da casa eu já usava esse tipo de saco de lixo, que são maiores e mais resistentes. O custo mensal é de R$ 20. Viver sem as sacolinhas de supermercado vai representar um acréscimo de R$ 24   nas minhas despesas mensais. 

A primeira compra..

primeira-compra.jpg

Depois de anunciar que não usaria mais sacolinhas de plástico fiquei enrolado para ir ao supermercado. Uma dia, depois de voltar do trabalho e em um horário bem ruim para ter impulsos ambientais, cheguei a conclusão que não dava mais para adiar. Apesar de estar cansada e sem a tal bolsa retornável de compras, respirei fundo e decidi seguir com a promessa de viver sem sacolinhas de plástico. No supermercado fui atrás de uma bolsa de compras, afinal eu tinha apenas uma que era pequena e difícil de carregar. Para a minha surpresa eles tinham um modelo novo, maior e mais confortável para carregar. Comprei uma e desenbolsei R$ 7.
Durante a compra fiquei meio irritada com o excesso de embalagens que somos obrigados a levar para casa quando pegamos frutas nos supermercados. Por que embalar tanto os alimentos? Geralmente esse tipo de informação passa batido até para quem escreve sobre meio ambiente, mas no dia, não teve como não fazer a conta. Foram cinco tipos de frutas e verduras inutilmente embalados com isopor e plástico. Um saco…literalmente.

Quando cheguei em casa e coloquei a sacola em cima da mesa fiquei feliz por lembrar que o tal “guarda-saco” estava vazio. Outra coisa interessante é que comprei menos coisas inúteis, pois sabia que teria apenas uma sacola para carregar tudo. A partir de hoje comecei a levar a sacola de compras dentro da bolsa, vai ser minha companheira para as passadas rápidas no mercado. Vamos ver como vai ser a próxima compra, em outra rede varejista e onde devo fazer a tal compra mensal de produtos de limpeza.

 

(Juliana Arini)

RACISMO AQUI NÃO!!!

EU TAMBÉM APLAUDIRIA DE PÉ!!!

Sentar ao lado de um negro?

Eu! Sentar ao lado de um negro?

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.

Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

‘Qual o problema, senhora’? Pergunta a comissária.

Não está vendo? – Respondeu a senhora.

‘Vocês me colocaram ao lado de um negro’! Não posso ficar aqui.

Você precisa me dar outra poltrona.

Por favor, acalme-se – disse a aeromoça – infelizmente, todos os lugares estão ocupados.

Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.

Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica.

Temos apenas um lugar na primeira classe. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

‘Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe…

E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Se você é contra o racismo, envie esta mensagens aos seus amigos, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.

O que nos preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons

REINTEGRAÇÃO DE POSSE NA ZONA SUL DE SP

Moradores de um terreno ocupado na região do Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, montaram uma barreira em frente ao local por volta das 7h desta segunda-feira (24) para tentar impedir uma reintegração de posse no local. Que é uma vergonha
sem duvida não à Barreira mais sim a atitude de Expulsar pobres moradores de um lugar que não tinha ninguem e agora querem de volta pra suprir caprixos de luxu da prefeitura.

Prefeitura é a maior responsável pelos pedidos de reintegração de posse nas favelas da cidade, afirma o defensor público Carlos Henrique Loureiro. Objetivo dessa política é manter a população mais pobre longe das áreas ricas da cidade.

Rafael Sampaio – Carta Maior

 SÃO PAULO – A chamada política de “limpeza social” no centro de São Paulo, que nos últimos dois anos foi protagonizada pela prefeitura municipal e pela subprefeitura da Sé, acaba de ser estendida à periferia, e ganha mais um personagem: o prefeito Gilberto Kassab (PFL-SP). Ele assumiu o lugar do recém-empossado governador José Serra no time dos que querem os pobres longe das áreas ricas da cidade.

“A prefeitura é a maior responsável pelos pedidos de reintegração de posse nas favelas da cidade”, afirma o defensor público Carlos Henrique Loureiro, referindo-se às ações que acompanha. São pelo menos cinco casos em que a prefeitura pediu o despejo e a Defensoria interveio. Um exemplo que está sendo estudado pela Defensoria para uma futura intervenção é a favela do Moinho, localizada entre as linhas de trem de Francisco Morato e Itapevi. Habitada por quase duas mil pessoas, a favela fica na região central da cidade, e quase foi despejada em outubro do ano passado por um decreto de desapropriação expedido pelo secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo.

O decreto, que foi arquivado, alega que há riscos para os moradores da favela, devido à proximidade com os trilhos do trem e pela suposta presença de substâncias explosivas no subsolo. Apesar da desapropriação ter sido negada pela Justiça, há outro processo feito pela prefeitura, que entrou com uma ação civil pública contra os donos do terreno para que eles expulsem os moradores da área, usando os mesmos argumentos.

“Uma parte pequena da favela está localizada nas margens do trem”, argumenta a advogada Anna Claudia Vazzoler, que acompanha o caso e admite que os moradores deste trecho correm risco de acidentes. “Mas o terreno da região do Moinho é grande, e permite que seja feita uma reurbanização ou a construção de conjuntos habitacionais, para abrigar todos os moradores sem risco algum”, diz ela.

Não há comprovação de que existam substâncias explosivas na área. Segundo Anna, a prefeitura elaborou um laudo sem base técnica, feito a partir de depoimentos, em que a culpa das explosões é atribuída às ligações elétricas clandestinas, e não às ditas substâncias.

Para a advogada, falta vontade política da prefeitura, que mudou pouco desde a transição de poder entre Serra e Kassab. “Pela prática de Andrea Matarazzo na prefeitura, creio que ele não hesitaria em expulsar essas famílias”, diz ela, que coordena o setor jurídico do Escritório Modelo da Pontifica Universidade Católica (PUC-SP). Anna trabalha para entrar com o pedido de regularização fundiária da favela na Justiça até fevereiro. “Reunimos documentos e cartas que provam que há 15 anos atrás já havia gente na favela do Moinho”, relata.

O ex-secretário de Habitação, Paulo Teixeira (PT-SP), afirma que a reintegração de posse em cortiços e favelas com mais de cinco anos de existência é inconstitucional. “O Estatuto da Cidade garante o direito de posse aos moradores, e eles podem pedir usucapião”, argumenta. Entretanto, Teixeira não é favorável à permanência das pessoas na favela do Moinho. Ele, que é vereador em São Paulo, considera aquela região como “inadequada para a vida” e sugere que os moradores sejam reassentados em um lugar melhor e passem a receber bolsa-aluguel.

A infra-estrutura da favela do Moinho, de fato, é precária. Não há saneamento, nem sistema de esgoto ou pavimentação. A energia elétrica e a água encanada vêm de ligações clandestinas e as casas são feitas de madeira. “Há um prédio abandonado, que um dia foi uma indústria e hoje se tornou uma ocupação”, lamenta Anna. “Mas a prefeitura não faz nada, só insiste com o despejo, ao invés de remanejar as famílias”. Segundo ela, há um plano de urbanização criado durante a gestão de Marta Suplicy na prefeitura, que não foi levado adiante.

Cheque-despejo
Uma prática comum da prefeitura é indenizar as famílias despejadas com um pagamento no valor de R$ 5 mil. Para o defensor público Carlos Loureiro, o benefício estimula a ocupação ilegal de terrenos na cidade, porque não é suficiente para comprar um novo imóvel nem para suprir o aluguel de uma nova residência.

Ele explica que a prefeitura arma um círculo vicioso com esse dinheiro. “O valor é muito baixo para comprar um imóvel regularizado. Então quando o morador de um terreno ilegal é despejado, ele usa o dinheiro para conseguir vaga em uma outra favela, ou num cortiço”, argumenta o advogado.

“Este dinheiro é um meio que a prefeitura encontrou para maquiar sua atuação nos despejos”, diz Loureiro. Ao invés de passar como truculenta, a prefeitura acaba sendo vista com gratidão pelos moradores das favelas, quando recebem o pagamento. O defensor é incisivo: “Isso acontece porque a prefeitura é incapaz de fazer uma política de habitação social decente”.

De acordo com o orçamento da Secretaria Municipal de Habitação, cerca de 65% do que foi estipulado para moradia popular em 2006 acabou de fato sendo executado. Dos R$ 18 milhões orçados para a execução de mutirões para moradia popular, apenas R$ 7,6 milhões foram pagos até outubro, o equivalente a 42%. Alguns investimentos sequer chegaram a ser feitos, como é o caso de um convênio com a União, que previa R$ 50 mil para a construção de habitações de interesse social, as chamadas casas populares. Nada foi investido.

“É uma vergonha verificar que, desde que a gestão PSDB-PFL assumiu, o investimento no setor habitacional tem caído ano após ano”, afirma o defensor. Ainda segundo o orçamento da Secretaria, dos R$ 389 milhões inicialmente estipulados para todos os projetos da pasta, sejam eles de interesse popular ou não, somente R$ 208 milhões foram executados, o que representa em torno de 62,5% do investimento total.

Primeiro arrancaram-os do seu continente;
Mas já faz tempo, há que se relevar
Depois arrancaram a sua dignidade;
Mas tudo bem, não tiveram indenização mas não mais eram escravos
Depois os arrancaram da cidade e das casas de tijolo e bem-acabadas;
Mas tudo bem, terrenos existem aos montes por aí
Depois, outros foram arrancados de suas terras com suas hortas;
Mas não há problema, tem São Paulo, tem o Rio, tem o sul rico
Depois foram arrancados das suas favelas, redutos últimos;
Até quando relevarão?

Antigamente quilombos, hoje favelas; antigamente capitães-do-mato e canhões, hoje PMs e tratores.

www.ogunhe.blogspot.com

RAUL SEIXAS

HOMENAGEM RAUL SEIXAS

Revolucionário, controverso, explosivo, visionário… louco. São muitos os adjetivos quando se fala de Raul Seixas, músico e autor de clássicos como “Gita”, “Ouro de tolo”, “Tente outra vez”, “Metamorfose ambulante”, “Maluco beleza”, “Mosca na sopa” e tantos outros, que mesmo com a passagem do tempo não saem da cabeça do povo.

O baiano de Salvador morreu no dia 21 de agosto de 1989, aos 45 anos, sozinho no apartamento em São Paulo, depois de lutar muito contra o alcoolismo e terá diversas homenagens por todos o país a partir desta sexta-feira.

Sua obra atravessam gerações de fãs. Desde aquele pessoal mais velho, que acompanhou a carreira de Raulzito desde a época d’Os Panteras até um pouco mais jovens, que viram as últimas notas, já marcada pelas atitudes cada vez mais ‘maluco belezas’, ou então aqueles que só conheceram a magia das músicas depois da morte de Raul.

TWITTER “PRATICO”

Twitter

TWITTER

Ferramenta de microblog para criar posts de até 140 caracteres. Você escreve o que está fazendo, indica um link do que viu na web, desabafa, conta piada… tudo o que o curto espaço permitir. O endereço é twitter.com.

Tweet
É um post do Twitter.

Twitteiro
Aquele que posta no Twitter.

Seguidores (Followers)
São aqueles que leem os seus tweets. Você pode optar por deixar seus posts em aberto, ou seja, qualquer um pode ler e seguir você, ou exigir que você autorize a pessoa a ser seu seguidor.

Reply
São respostas a outros tweets. Por exemplo, alguém faz uma pergunta e você quer responder a ela. Colocando um @ na frente do login da pessoa, ela vai saber que a resposta é para ela. Se quiser enviar replies para o UOL Tecnologia, mande uma mensagem com @uol_tecnologia na frente. Se alguém fizer isso com o seu login, é um reply para você.

Mensagem direta (Direct message)
São mensagens privativas, que somente o destinatário vai ler — ou seja, não aparece na sua página. Funciona colocando uma letra “D” antes do login da pessoa. Para mandar uma mensagem direta para o UOL Tecnologia, por exemplo, digite D uol_tecnologia antes da sua mensagem.

Hashtag
Para facilitar a busca de mensagens ou buscar interesses específicos no Twitter, foram criadas as hashtags. Toda palavra com um sustenido (#) na frente, sinaliza uma hashtag. Por exemplo, para falar de tecnologia, coloque a hashtag #tecnologia. Assim, quem entrar no site Hashtags e procurar por tecnologia, pode encontrar seu tweet.

Acesse: www.twitter.com

Drupsmoke! follow me

EuroBattle 2009

O Brasileiro Pelezinho vence a EuroBattle 2009

O B.boy Pelezinho venceu nesta ultima terça-feira, 4 de maio, o 1º lugar da classificação solo do EuroBattle 2009, que rolou em Paris. O campeonato mundial de breakdance acontece todos os anos e envolve 5 categorias na competição – Bboying, Bgirling, Locking, Popping e Newschool.

 

É a primeira vez na história que um brasileiro conquista o 1º lugar no Eurobattle – maior evento do estilo –, e vence os fortes concorrentes representantes do EUA, Coreia e França. Referência mundial no breakdance, Pelezinho voltou da europa na quinta e cedeu uma entrevista exclusiva para o blog da nike. Confira:

 

1) Como é ganhar um Eurobattle? Você pode descrever um pouco a sensação?
Não somente o EuroBattle, mas vencer qualquer campeonato de nível mundial é muito gratificante. Pois isso prova mais uma vez pra mim mesmo e para todos que estou entre os melhores do mundo. Quanto a minha sensação no momento é e foi simplesmente única.

2) O que você fez para chegar em primeiro lugar? Pode falar um pouco da sua trajetória?
Desde o primeiro momento em que fui convidado para representar o Brasil no EuroBattle, simplesmente foquei no meu objetivo e me preparei meses antes para dar o meu melhor nesse campeonato. Na hora das batalhas procurei não deixar dúvidas e fazer uma performance diferente, objetiva e limpa.

3) Qual foi o seu diferencial em comparação aos outros concorrentes? Você acha que os elementos da cultura brasileira que você incorpora na sua apresentação foram essenciais para ganhar o primeiro lugar?
Meu diferencial com certeza foi a ginga brasileira, pois é algo que já nasce no nosso sangue. Mas como o breakdance não é uma dança típica brasileira, ela, ao decorrer dos anos, sofreu modificações e adaptações de passos. Assim cabe ao melhor Bboy saber perfeitamente executá-los e ter uma boa estratégia nas batalhas.

4) O Brasil sempre foi bastante respeitado em campeonatos, mas nunca ganhou o primeiro lugar. Você acha que a sua vitória representa um novo período paras as crews brasileiras ou foi um fator isolado? O que você acha que falta para que O Brasil chegue no status de crews como a da Coreia, dos Eua e da França?
De fato, é o primeiro campeonato de breakdance, de nível mundial, onde o Brasil fica em 1° lugar. Com essa conquista creio que poderá servir de incentivo e talvez como referência para outros Bboys e crews do Brasil. Quanto ao status do Brasil na cultura urbana, infelizmente há poucos recursos nesse setor, não há credibilidade e nem apoio cultural adequado, falta incentivo aos novos talentos, falta patrocínios e, é pouco o incentivo do próprio departamento de cultura no Brasil. No meu ponto de vista, nosso país é muito empobrecido culturalmente e infelizmente ainda há um preconceito contra as artes urbanas.

5) Você já realizou seu sonho? Quais são seus planos futuros?
Infelizmente ainda não realizei meu sonho, pois meu sonho de verdade é conquistar mais títulos para o Brasil, e ser sempre referência no mundo como Bboy. Meus planos futuros é trabalhar bastante, educar meu filho e constituir uma família.

6) Você tem alguma mensagem para mandar pro seus fãs e para os que batalham para chegar onde você chegou?
Sem sacrifícios não há glória.

 

Nike 

Proposta de lei prevê liberar plantio de maconha em casa

 

A autorização legal para o plantio de pequenas quantidades de maconha para uso próprio pode ser uma das mudanças da revisão da Lei Nacional Antidrogas.

O objetivo da proposta, que deve ser apresentada pelo deputado Paulo Teixeira (PT) em outubro, é retirar o usuário de drogas do sistema penal.

No início de agosto, o Ministério da Justiça divulgou um estudo indicando que a maioria das condenações por tráfico no Brasil é de réus primários sem associação com o crime organizado.

A proposta polêmica já encontra resistência de vários deputados e do Conad (Conselho Nacional Antidrogas), segundo o “Jornal da Tarde”. Hoje o plantio é crime punido com prestação de serviço comunitário e multa.

 

 

 

Do Metro