RACISMO AKI NÃO!!!

25 08 2009

EU TAMBÉM APLAUDIRIA DE PÉ!!!

Sentar ao lado de um negro?

Eu! Sentar ao lado de um negro?

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.

Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

‘Qual o problema, senhora’? Pergunta a comissária.

Não está vendo? – Respondeu a senhora.

‘Vocês me colocaram ao lado de um negro’! Não posso ficar aqui.

Você precisa me dar outra poltrona.

Por favor, acalme-se – disse a aeromoça – infelizmente, todos os lugares estão ocupados.

Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.

A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.

Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica.

Temos apenas um lugar na primeira classe. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

‘Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.

E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe…

E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Se você é contra o racismo, envie esta mensagens aos seus amigos, mas não a delete sem ter mandado pelo menos a uma pessoa.

O que nos preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons





REINTEGRAÇÃO DE POSSE NA ZONA SUL DE SP

24 08 2009

Moradores de um terreno ocupado na região do Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, montaram uma barreira em frente ao local por volta das 7h desta segunda-feira (24) para tentar impedir uma reintegração de posse no local. Que é uma vergonha
sem duvida não à Barreira mais sim a atitude de Expulsar pobres moradores de um lugar que não tinha ninguem e agora querem de volta pra suprir caprixos de luxu da prefeitura.

Prefeitura é a maior responsável pelos pedidos de reintegração de posse nas favelas da cidade, afirma o defensor público Carlos Henrique Loureiro. Objetivo dessa política é manter a população mais pobre longe das áreas ricas da cidade.

Rafael Sampaio – Carta Maior

 SÃO PAULO – A chamada política de “limpeza social” no centro de São Paulo, que nos últimos dois anos foi protagonizada pela prefeitura municipal e pela subprefeitura da Sé, acaba de ser estendida à periferia, e ganha mais um personagem: o prefeito Gilberto Kassab (PFL-SP). Ele assumiu o lugar do recém-empossado governador José Serra no time dos que querem os pobres longe das áreas ricas da cidade.

“A prefeitura é a maior responsável pelos pedidos de reintegração de posse nas favelas da cidade”, afirma o defensor público Carlos Henrique Loureiro, referindo-se às ações que acompanha. São pelo menos cinco casos em que a prefeitura pediu o despejo e a Defensoria interveio. Um exemplo que está sendo estudado pela Defensoria para uma futura intervenção é a favela do Moinho, localizada entre as linhas de trem de Francisco Morato e Itapevi. Habitada por quase duas mil pessoas, a favela fica na região central da cidade, e quase foi despejada em outubro do ano passado por um decreto de desapropriação expedido pelo secretário das Subprefeituras, Andrea Matarazzo.

O decreto, que foi arquivado, alega que há riscos para os moradores da favela, devido à proximidade com os trilhos do trem e pela suposta presença de substâncias explosivas no subsolo. Apesar da desapropriação ter sido negada pela Justiça, há outro processo feito pela prefeitura, que entrou com uma ação civil pública contra os donos do terreno para que eles expulsem os moradores da área, usando os mesmos argumentos.

“Uma parte pequena da favela está localizada nas margens do trem”, argumenta a advogada Anna Claudia Vazzoler, que acompanha o caso e admite que os moradores deste trecho correm risco de acidentes. “Mas o terreno da região do Moinho é grande, e permite que seja feita uma reurbanização ou a construção de conjuntos habitacionais, para abrigar todos os moradores sem risco algum”, diz ela.

Não há comprovação de que existam substâncias explosivas na área. Segundo Anna, a prefeitura elaborou um laudo sem base técnica, feito a partir de depoimentos, em que a culpa das explosões é atribuída às ligações elétricas clandestinas, e não às ditas substâncias.

Para a advogada, falta vontade política da prefeitura, que mudou pouco desde a transição de poder entre Serra e Kassab. “Pela prática de Andrea Matarazzo na prefeitura, creio que ele não hesitaria em expulsar essas famílias”, diz ela, que coordena o setor jurídico do Escritório Modelo da Pontifica Universidade Católica (PUC-SP). Anna trabalha para entrar com o pedido de regularização fundiária da favela na Justiça até fevereiro. “Reunimos documentos e cartas que provam que há 15 anos atrás já havia gente na favela do Moinho”, relata.

O ex-secretário de Habitação, Paulo Teixeira (PT-SP), afirma que a reintegração de posse em cortiços e favelas com mais de cinco anos de existência é inconstitucional. “O Estatuto da Cidade garante o direito de posse aos moradores, e eles podem pedir usucapião”, argumenta. Entretanto, Teixeira não é favorável à permanência das pessoas na favela do Moinho. Ele, que é vereador em São Paulo, considera aquela região como “inadequada para a vida” e sugere que os moradores sejam reassentados em um lugar melhor e passem a receber bolsa-aluguel.

A infra-estrutura da favela do Moinho, de fato, é precária. Não há saneamento, nem sistema de esgoto ou pavimentação. A energia elétrica e a água encanada vêm de ligações clandestinas e as casas são feitas de madeira. “Há um prédio abandonado, que um dia foi uma indústria e hoje se tornou uma ocupação”, lamenta Anna. “Mas a prefeitura não faz nada, só insiste com o despejo, ao invés de remanejar as famílias”. Segundo ela, há um plano de urbanização criado durante a gestão de Marta Suplicy na prefeitura, que não foi levado adiante.

Cheque-despejo
Uma prática comum da prefeitura é indenizar as famílias despejadas com um pagamento no valor de R$ 5 mil. Para o defensor público Carlos Loureiro, o benefício estimula a ocupação ilegal de terrenos na cidade, porque não é suficiente para comprar um novo imóvel nem para suprir o aluguel de uma nova residência.

Ele explica que a prefeitura arma um círculo vicioso com esse dinheiro. “O valor é muito baixo para comprar um imóvel regularizado. Então quando o morador de um terreno ilegal é despejado, ele usa o dinheiro para conseguir vaga em uma outra favela, ou num cortiço”, argumenta o advogado.

“Este dinheiro é um meio que a prefeitura encontrou para maquiar sua atuação nos despejos”, diz Loureiro. Ao invés de passar como truculenta, a prefeitura acaba sendo vista com gratidão pelos moradores das favelas, quando recebem o pagamento. O defensor é incisivo: “Isso acontece porque a prefeitura é incapaz de fazer uma política de habitação social decente”.

De acordo com o orçamento da Secretaria Municipal de Habitação, cerca de 65% do que foi estipulado para moradia popular em 2006 acabou de fato sendo executado. Dos R$ 18 milhões orçados para a execução de mutirões para moradia popular, apenas R$ 7,6 milhões foram pagos até outubro, o equivalente a 42%. Alguns investimentos sequer chegaram a ser feitos, como é o caso de um convênio com a União, que previa R$ 50 mil para a construção de habitações de interesse social, as chamadas casas populares. Nada foi investido.

“É uma vergonha verificar que, desde que a gestão PSDB-PFL assumiu, o investimento no setor habitacional tem caído ano após ano”, afirma o defensor. Ainda segundo o orçamento da Secretaria, dos R$ 389 milhões inicialmente estipulados para todos os projetos da pasta, sejam eles de interesse popular ou não, somente R$ 208 milhões foram executados, o que representa em torno de 62,5% do investimento total.

Primeiro arrancaram-os do seu continente;
Mas já faz tempo, há que se relevar
Depois arrancaram a sua dignidade;
Mas tudo bem, não tiveram indenização mas não mais eram escravos
Depois os arrancaram da cidade e das casas de tijolo e bem-acabadas;
Mas tudo bem, terrenos existem aos montes por aí
Depois, outros foram arrancados de suas terras com suas hortas;
Mas não há problema, tem São Paulo, tem o Rio, tem o sul rico
Depois foram arrancados das suas favelas, redutos últimos;
Até quando relevarão?

Antigamente quilombos, hoje favelas; antigamente capitães-do-mato e canhões, hoje PMs e tratores.

www.ogunhe.blogspot.com




O que seria Redes?

21 08 2009

Redes …

Uma rede é uma quantidade de pontos (os nodos) interligados por relações que podem ser de vários tipos. A palavra começou por designar um dispositivo feito de cabos interligados numa malha, utilizado desde épocas pré-históricas na pesca e na caça. Mais modernamente, redes passaram também a ser utilizadas noutras actividades, como na navegação, na construção (actividades em que as redes são fundamentalmente mecanismos de segurança), no desporto, etc.
pt.wikipedia.org/wiki/Rede

conjunto de emissoras que transmitem a mesma programação de uma emissora geradora.
http://www.tudosobretv.com.br/glossa/gloss_r.htm

Conjunto de computadores interligados, compartilhando um conjunto de serviços, arquivos e dispositivos.
http://www.flaviowenzel.hpg.ig.com.br/informatiques/r.html

Divide a quadra em duas metades. Deve Ter orifícios pequenos o suficiente para impedir a passagem da bola. Tem altura de 0,916 m no meio e 1,07m nas extremidades.
members.tripod.com/~tenis_br/dicionar.htm

A rede de 15 a 18 polegadas de longo que se prende no aro.
http://www.nba.com/brasil/termos_nba.html

“O uso mais geral para o termo «rede» é para uma estrutura de laços entre os actores de um sistema social. Estes actores podem ser papéis, indivíduos, organizações, sectores ou estados-nação. Os seus laços podem basear-se na conversação, afecto, amizade, parentesco, autoridade, troca económica, troca de informação ou qualquer outra coisa que constitua a base de uma relação.” (Nohria & Eccles, 1992: 288).
socioblogue.weblog.com.pt/arquivo/cat_glossario.php

Um grupo de computadores interconectados, controlados individualmente, junto com o hardware eo software usado para conectá-los. Uma rede permite que usuários compartilhem dados e dispositivos periféricos como impressoras e mídia de armazenamento, troquem informações por meio do correio eletrônico e assim por diante.
http://www.cursotakano.com.br/glossario/curso_glossarior.htm

Conjunto de elementos de circuitos interligados, considerado como um todo, que pode ser representado por ramos e nós.
gruporede.ueweb.com.br/objeto_exibir.php





RAUL SEIXAS

21 08 2009

HOMENAGEM RAUL SEIXAS

Revolucionário, controverso, explosivo, visionário… louco. São muitos os adjetivos quando se fala de Raul Seixas, músico e autor de clássicos como “Gita”, “Ouro de tolo”, “Tente outra vez”, “Metamorfose ambulante”, “Maluco beleza”, “Mosca na sopa” e tantos outros, que mesmo com a passagem do tempo não saem da cabeça do povo.

O baiano de Salvador morreu no dia 21 de agosto de 1989, aos 45 anos, sozinho no apartamento em São Paulo, depois de lutar muito contra o alcoolismo e terá diversas homenagens por todos o país a partir desta sexta-feira.

Sua obra atravessam gerações de fãs. Desde aquele pessoal mais velho, que acompanhou a carreira de Raulzito desde a época d’Os Panteras até um pouco mais jovens, que viram as últimas notas, já marcada pelas atitudes cada vez mais ‘maluco belezas’, ou então aqueles que só conheceram a magia das músicas depois da morte de Raul.





Humor Visual

19 08 2009

Images sem Noção…divirtam-se…

wtf

 

wtf2

 

wtf5

 

wtf3

 

 - "Keep moving people.  Nothing to see here."

 

 - and in the end of time we all returned to gods ass

 

 - One squirt of the Hoff's load kills all known germ





HUMOR VISUAL

18 08 2009

 

 

 

 





PRAKAS, AUTIDORES E FACHAS!

18 08 2009